
Este foi o projeto que escolhi colaborar, pelo caráter de divulgação científica para as crianças. Após a apresentação da Suzana fui conversar com ela para expor alguns pontos de vista e discutir como poderíamos disponibilizar as informações dos sensores para que não fossem apenas dados aleatórios para as crianças. Insisti no potencial de formação de pequenos cidadãos críticos que este projeto tem e da preocupação com a preservação do meio ambiente, além do potencial de trabalho interdisciplinar nas escolas.
Numa reflexão pessoal sobre os projetos, percebi que a divulgação científica não é uma preocupação da maioria deles. A maioria dos proponentes são artistas que vieram em busca de pessoas, ferramentas e idéias para realizarem seus projetos pessoais, numa investigação sobre a poética e relações entre arte e tecnologia. Este é o diferencial do LAbI, que encanta a todos que tomam conhecimento do projeto e do nosso trabalho.
No Glob@s estamos trabalhando inicialmente na construção de um balão, que carregará os sensores de qualidade do ar. As questões técnicas foram adiadas até segunda-feira, data que serão entregues os sensores.
Maithe, vocês têm alguma idéia de como pode ser avaliado o efeito dessa atividade no aprendizado das crianças? O que é que elas irão ganhar ao interagir com essa obra? Há alguma reflexão sobre habilidades cognitivas, estéticas sujacentes ao trabalho?
ResponderExcluirBom, o projeto por enquanto não está vinculado a nenhuma instituição. A Suzana trabalha com crianças e tem alguma experiência com OLPC, mas ainda não há parâmetros para a avaliação do aprendizado das crianças. Estou insistindo nas questões referentes à visualização dos dados e possibilidades de abordagem interdisciplinar no ensino. Sugestões são bem vindas!!!
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